Pesadelo sem fim

ILUSTRAÇÃO: VALD

Josué Brito Santana*

Esta noite tive um sonho. Com o meu filho caçula, criança, visitávamos a avó. Jogávamos conversa fora e o meu filho quieto em meu colo.  Minha mãe me repreende: “Esse menino tá grande para viver pongado!” Fingi demência e pedi para ele explicar o susto que tomamos quando encontrou a própria mãe desmaiada no banheiro. Representou a mãe e voltou ao colo, chorando. Acordei com os olhos molhados.

Josué Brito Santana

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