Lei que instituiu a Política Nacional de Linguagem Simples vai na contramão de iniciativas anteriores que reconheceram a existência das identidades não-binárias em políticas de saúde e na retificação de registro civil. Exclusão de pronomes de tratamento e pessoais não-binários de documentos públicos enfraquece cidadania e abre caminho para ataque às pessoas trans não-binárias.
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